Outsourcing ou Insourcing?

Outsourcing ou insourcing?

Nos últimos 15 anos grandes movimentos de outsourcing ocorreram nas organizações de pequeno, médio e grande porte. Muitos destes movimentos por necessidades/expectativas de minimizar custos com a operação. Eu particularmente gosto da ideia de mitigar o passivo trabalhista e qualificar o serviços através de empresas especializadas no assunto.

A busca pelo outsourcing também oportuniza elevar o grau de entrega pelo aumento da capacidade de recursos profissionais para o atendimento dos serviços, pois não necessariamente os recursos precisam estar numa única região geográfica.

Empresas prestadoras de serviços de tecnologia oferecem nos “pacotes de serviços” capacidade de entrega, qualificação dos serviços, governança e gestão dos recursos e serviços, entre outros benefícios. Geralmente a Governança destes serviços e relação entre Contratante e Contratada acabam gerando “acordos/condições” nos contratos que apoiam na condução e acompanhamento da operação, mas acabam criando resistências para a “adaptabilidade” em relação as oportunidades que surgem no dia-a-dia.

Neste momento surgem as possibilidades com o insourcing… Este ponto é delicado, principalmente por questões trabalhistas, mas muitas vezes são saídas necessárias para suportar o negócio e a evolução da maturidade dos serviços pelo o qual a organização entrega para seus “clientes”.

insourcing facilita para a organização construir times “perenes” e que consigam se adaptar facilmente com os desafios que irão surgir na condução das atividades/entregas e reduz a necessidade de “negociações de contratos” para cada oportunidade de adaptação que surja no dia-a-dia. Esta mudança facilitará a criação e condução de time “ágeis” de desenvolvimento de software.

Um ponto importante nesta mobilização para o insourcing para construção de times ágeis e outras adaptações necessárias, é a organização atentar para a quantidade de controles para “gerenciar” a operação, pois isto irá criar complexidades na operação destes times e será um dificultador para o atingimento dos objetivos das entregas. Neste ponto a organização precisa criar canais de comunicação com o máximo de transparência e uma relação muito madura entre os times ágeis e “áreas funcionais”. Hoje em dia os times ágeis possuem um conjunto de cerimonias e gráficos (visual ou relatório) que suportam o acompanhamento e gestão das entregas/time. Outro ponto fundamental é inserir profissionais qualificados para o trabalho, e que tenham condições de entender as políticas e processos da organização e ser o grande facilitador dos times.

Devemos lembrar, nada adianta realizarmos insourcing, se os profissionais não estiverem felizes em seu ambiente de trabalho, pois eles irão encontrar ambientes de trabalho que os deixam felizes e realizados profissionalmente.

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Sobre

Engajado, responsável e colaborativo! MBA em Gerênciamento de Projetos! Algumas certificações: PSC, CSM, CTAL-TM, Empreendedor, Desing Thinking e Lean Startups. Mais de 15 anos atuando com Qualidade de Software, Governança de TI (Processos e Contratos) e Gerenciamento de Projetos e Transformação Ágil.

Publicado em Governança de TI

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